Riquezas e saúde são efêmeras diante do conhecer a Cristo!

E Jesus, respondendo, disse-lhes: Ide e anunciai a João o que estais ouvindo e vendo: os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres está sendo pregado o evangelho. E bem-aventurado é aquele que não achar em mim motivo de tropeço.
Mateus 11:4‭-‬6 ARA
https://bible.com/bible/1608/mat.11.4-6.ARA

O evangelho pregado não é substituído por obras de caridade ou de cura. Estas são presentes na pregação do evangelho, mas não são o evangelho! Muitos se enganam ao encarar o evangelho como uma atividade de ajudar o próximo. Esta ajuda é extremamente importante, mas primeiro vem a salvação e esta não ocorre pelas obras sociais ou de cura milagrosa!

A salvação ocorre pela fé em Jesus. Muitas vezes as pessoas estão bem financeiramente e não sentem necessidade de salvação por acharem que o obter muitos recursos ou estar com saúde é resultado da aprovação de Deus. Por isso faz parecer que só os pobres e doentes precisam do remédio espiritual do evangelho para lhes trazer consolo pela pobreza material. Acontece que os menos favorecidos estão mais dispostos a receber ajuda e acabam se abrindo para ouvir o evangelho, mas na antiguidade os pobres eram ignorados.

Jesus mostra como o amor de Deus está disponível para pobres e ricos, doentes e sãos, e não só os privilegiados terão acesso à informação sobre a salvação como ocorre com todo o resto. Hoje parece que as coisas se inverteram e muitos se opõem a se pregar o evangelho no meio dos ricos e saudáveis, mas isto seria fazer ascepção de pessoas e abandonar o rico por ser rico, ao seu próprio infortúnio, por ter consolo em seus muito recursos. Ou o são porque não passa dificuldades na saúde.

O evangelho é para todos, e os pobres e doentes são muitas vezes alcançados no meio de assistências sociais e ações de cura, seja pelas missões de homens com o dom de cura ou por médicos assistencialistas. Só não podemos ignorar a necessidade da salvação. Todos iremos morrer um dia e se fomos ricos ou pobres, doentes ou saudáveis, não importará se tivermos Cristo em nossos corações. A ausência dele é que é o problema, não o ter ou não dinheiro e saúde!

Ano 2#276