#5_232 Viver o Evangelho exige empatia!

Pois estes mandamentos: “Não cometa adultério”, “não mate”, “não furte”, “não cobice”, e qualquer outro mandamento que houver, todos se resumem nesta palavra: “Ame o seu próximo como você ama a si mesmo.” O amor não pratica o mal contra o próximo. Portanto, o cumprimento da lei é o amor. Romanos 13:9-10 NAA

https://bible.com/bible/1840/rom.13.9-10.NAA

Amar, portanto, é o resultado da ação do Espírito Santo em nós que nos capacita a vivermos segundo a lei sem sermos julgados pela lei. Quem executa a lei não precisa se preocupar com ela, pois não tem dolo.

No entanto, segue o entendimento de que somos capacitados a vivermos conforme o propósito de Deus. Uma vida coletiva, e não individual, onde nos conectamos e nos ajudamos mutuamente em dominação e cuidado da criação de Deus.

Ao vivermos em conjunto surgem naturalmente conflitos de interesse e oportunidades de praticarmos pecado contra o nosso próximo. A questão se torna em como não permitir isto dado que a nossa carne se inclina para tal.

O Espírito Santo nos ensina a nos colocarmos no lugar de nosso próximo antes de agirmos contra e a favor dele. A empatia e a compaixão nos fornecem uma perspectiva mais adequada para que o nosso egoísmo seja refreado. Ao pesar o resultado sob a ótica do meu próximo, posso perceber quanto mal serei capaz de gerar contra a vida dele(a).

Ainda assim, o Espírito Santo é quem nos traz o amor que é o dom que nos refreará de continuar a ação, mesmo que queiramos vingança ou passemos por cima da percepção do efeito negativo que iríamos realizar em nossas comunidade.

Um adultério não destrói apenas um casamento, mas gera problemas na formação dos filhos além das marcas deixadas na sociedade. Um homicídio deixará marcas ainda mais profundas e certamente produzirão desejo de vingança, suscitando maior violência e dor. Um pecado não se restringe a um efeito, mas uma cascata de efeitos na sociedade.

O Evangelho nos ensina a verdade o quadro maior, além de nós, para que possamos refrear nossas vontades em prol da harmonia da nossa comunidade. É preciso aprender a buscar a edificação do grupo em detrimento à necessidade do indivíduo. Fazendo com sabedoria encontraremos prazer no serviço com grande satisfação pelo resultado.

O Evangelho nos torna servos uns dos outros, para o bem do Reino de Deus. A recompensa da vida eterna deve ser o nosso tesouro, a ser usufruído desde já, um salário maior, infinitamente melhor, do que o resultado do pecado que possamos de alguma forma ainda desejar cometer. Que busquemos a sabedoria do Espírito Santo para vivermos o verdadeiro Evangelho do amor!