#6_218 Precisamos congregar como membros da igreja de Cristo!

Guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel. Cuidemos também de nos animar uns aos outros no amor e na prática de boas obras. Não deixemos de nos congregar, como é costume de alguns. Pelo contrário, façamos admoestações, ainda mais agora que vocês veem que o Dia se aproxima. Hebreus 10:23-25 NAA

https://bible.com/bible/1840/heb.10.23-25.NAA

É na comunidade que nos fortalecemos. Não há cristianismo forte sem a igreja. Crentes isolados em casa não se tornam igreja! Não estão agindo conforme a Palavra!

Sim, temos tido dificuldades de convivência, mas isto ocorre até dentro de casa. Não seria diferente com pessoas com quem não temos histórico de amizade.

A questão é a perseverança descrita no livro de Atos dos Apóstolos. Viviam de casa em casa, comendo e orando juntos, aprendendo com testemunhos e pregações enquanto se ajudavam mutuamente.

Evitar a dor de ser machucado faz com que não joguemos o jogo da vida. Teremos medo de sair de casa, de sermos traídos no trabalho, nos relacionamentos e na igreja.

Cristo amou Judas e o chamou de amigo mesmo no momento da traição. Sabia que iria passar por isso e não desistiu. Ele é o nosso exemplo. Quanto mais difícil é o que teremos de passar, mais importante termos um grupo apoiador.

A igreja é feita de pessoas saindo de seus pecados, mas ainda pecando e trazendo dificuldades. Cabe-nos ajudar uns aos outros, exortando e fortalecendo a fé, congregando onde temos uma Palavra sadia, doutrina apoiada nas Escrituras e não baseada no poder de pessoas ou suas influências.

Cristo deve ser o Senhor da igreja e nosso líder principal. Todos os demais precisam se enxergar como devedores uns dos outros, fortalecendo uns aos outros. Líderes também precisam de cuidado e carinho, assim como os membros precisam cuidar uns dos outros.

Igreja é lugar de aprendizado e cuidado. O combate não é contra pessoas, mas contra as potestades celestiais que se levantam buscando detergente a obra de Cristo. E a mais forte delas é a de desestimular a comunhão dos crentes. Não caiamos nesta armadilha!