#3_119 Provérbios 1:32-33

Os ingênuos são mortos porque se desviam da sabedoria; os tolos são destruídos por estarem satisfeitos consigo mesmos. Mas o que me der ouvidos habitará seguro, tranquilo e sem temor do mal.”
Provérbios 1:32‭-‬33 NAA
https://bible.com/bible/1840/pro.1.32-33.NAA

Temos sido ingênuos, tolos ou ouvintes a respeito das coisas de Deus? Difícil responder sem recaírmos em algum grau de vaidade. E a vaidade nos leva à tolice. Ser tolo é confiar em si mesmo por causa de experiências vividas.

Vejamos o caso de Saul. Em 1 Samuel 28 o então rei Saul consulta os mortos, algo condenado por Deus desde o princípio em sua palavra, e recebe uma resposta indesejada do além. Não havia recebido de Deus fosse por sonhos, profecia ou por sorte. Então decide fazer o proibido, como se Deus desejasse se comunicar pela forma como já havia condenado.

A experiência do rei não lhe deu resposta melhor do que tinha e piorou sua condição pecaminosa diante de Deus, ainda que confiasse no que estava fazendo. Isto é uma forma de sermos tolos, desobedecendo a Deus para provarmos um entendimento que temos a respeito da vida.

Como podemos evitar sermos ingênuos e tolos? Conhecendo a vontade de Deus pelas escrituras! Deus se revela em Cristo e o evangelho nos fala dos ensinos de Jesus para a igreja. Ouvi-lo sem obedecer é outra tolice. Não ouvi-lo é permanecer na ingenuidade. Obedecê-lo é o único caminho para a verdade.

Oremos para que a nossa vaidade seja retirada de nós, junto com a nossa natureza para o pecado. Jesus se revela em nós por nossa própria obediência. Quando nos rendemos aos pés da cruz é que começamos a entender o seu chamado. Quando respondemos positivamente nos tornamos discípulos.

Mostrar piedade é mais fácil do que segui-lo. Os tolos estão mostrando piedade para esfregar na cara de Jesus que ele não precisava morrer e dar a vida por nós. Esquecem-se de ler as escrituras e entender que salvação não é ganha por obras de musericórdia, mas por vontade de Deus. Por isso a justiça divina não será feita sem que a motivação das obras sejam levadas em consideração.

O ingênuo nem está preocupado com a questão do céu vs inferno, e sua ruína será perceber tarde demais que sem um salvador não há saída para o pecador. Quem não tem pecados? Todos precisaremos de um defensor no Tribunal de Deus!